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Mikey Wright é um dos surfistas que fará parte da elite em 2019. Mikey Wright é um dos surfistas que fará parte da elite em 2019. Foto: WSL/Kelly Cestari

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quarta, 26 dezembro 2018 11:44

Rookies do WCT: Conhece a nova classe para 2019

São sete os nomes a ter em conta… 

 

A lista com os nomes dos surfistas que irão compor a elite mundial da World Surf League em 2019 já foi divulgada e nela constam sete incríveis estreantes, surfistas que irão fazer a estreia no World Tour e dificultar a vida aos já experientes e residentes surfistas do circuito. 

 

Há alguns surfistas que estão de regresso ao Tour, casos de Ryan Callinan, Jack Freestone, Ricardo Christie, Leonardo Fioravanti e Jadson André, mas na verdade todos os olhos estão postos na nova classe de rookies. Fica então a conhecê-los: 

 

Mikey Wright, 22 anos

Ballina, NSW, Austrália

Não precisa de grandes apresentações, pois todos o conhecem por ser irmão de Tyler e Owen Wright, mas também por ter competido em praticamente quase todas as etapas do World Tour da presente temporada - como wildcard - e de ter assegurado a qualificação dessa forma, embora não seja a forma de qualificação mais ortodoxa. Em todo o caso, Mikey é um dos free surfers mais espetaculares e o seu “power surfing” deverá fazer mossa em 2019.  

Melhor resultado em 2018: 1.º lugar Burton Automotive Pro (QS6,000).

 

 

Soli Bailey, 23 anos 

Byron Bay, NSW, Austrália

Uma das bombinhas australianas que não goza de grande mediatismo, mas que se tem vindo a afirmar no campo do free surf, aqui e ali. A sua qualificação não deixa de ser surpreendente, mas as características do seu surf podem ganhar vida em etapas específicas onde as longas paredes e o power surf reinam. Ah, e em tubos Bailey também não se dá nada mal ou não fosse ele o campeão do Volcom Pipe Pro 2017. 

Melhor resultado em 2018: 5.º lugar Vans World Cup (QS10,000).

 

 

Seth Moniz, 21 anos

Haleiwa, Oahu, Havai

Tirando a Brisa e a Macy, Seth Moniz é o mais jovem dos novos “rookies on Tour” que promete trazer de volta o verdadeiro espírito Aloha do Havai. Três resultados expressivos em provas de graduação QS10,000 garantiram praticamente a qualificação e enalteceram a boa forma do havaiano. De repertório moderno e munido de surf bem polivalente, para todo o tipo de situações, leia-se, poderá fazer estragos no ano de estreia no World Tour e é, sem sombra de dúvidas, um dos que poderá conquistar o troféu de Rookie do Ano. 

Melhor resultado em 2018: 2.º lugar Ichinomiya Chiba Open (QS6,000).

 

 

Brisa Hennessy, 19 anos

Costa Rica

Oficialmente, é o primeiro surfista da Costa Rica a qualificar-se para o Championship Tour. Isto é um enorme feito para a jovem Brisa Hennessy e para o surf costarriquenho. Em 2017 participou no Maui Women’s Pro, prova do WCT, como wildcard, e terminou em 5.º lugar, afastando Coco Ho e Sally Fitzgibbons do evento. Sem dúvida, um bom presságio para o que se veio a verificar esta temporada. Sobre ela, resta mencionar que viveu no Havai quando era pequena mudando-se mais tarde para Fiji - onde vive e treina para o exigente circuito mundial. 

Melhor resultado em 2018: 1.º lugar Volkswagen SA Open of Surfing (QS3,000).

 

 

Peterson Crisanto, 26 anos

Matinhos, Paraná, Brasil

Depois de um início auspicioso da sua carreira, juntamente com a Brazilian Storm, onde ficou muito próximo da qualificação em 2014, Peterson Crisanto esteve dois anos sem competir no WQS (2015, 2016). Mais experiente e maduro, regressou em 2017 e entrou logo para o top 100. O resto é história. Entre os surfistas que se qualificaram este ano foi o que fez menos etapas (apenas 8), gerindo a sua posição no ranking ao longo do ano a partir do momento em que venceu a etapa de Ballito. O que prova que é um atleta consciente e extremamente calmo, que consegue dar-se bem sobre pressão. Vai uma aposta que vai causar danos em 2019?

Melhor resultado em 2018: 1.º lugar Ballito Pro pres. by Billabong (QS10,000).

 

 

Macy Callaghan, 18 anos

Avoca Beach, NSW, Austrália

Já a vimos a competir, como replacement wildcard, em vários eventos do WCT, especialmente durante este ano. No entanto, ficou fora do “cut” e acabou por assegurar a qualificação via Qualifying Series - em sexto lugar. No CT também alcançou a final do Roxy Pro em Hossegor, o que vem provar que tem nível e categoria para figurar entre a elite.  

Melhor resultado em 2018: 2.º lugar Port Stephens Toyota Pro (QS6,000).

 

 

Deivid Silva, 23 anos

Guarujá, São Paulo, Brasil

O topo do pódio é um lugar que Deivid Silva conhece bem, por quase 10 ocasiões desde que começou a competir no WQS. Nos últimos anos esteve sempre perto de se qualificar, mas a perna havaiana afastou sempre o brasileiro. Este ano foi diferente e, entre as 15 provas em que competiu, o 4.º lugar do Hawaiian Pro em Haleiwa acabou por selar de vez as contas da qualificação. É um surfista que se diz calculista e exímio a surfar beach breaks, especialmente usando o seu backhand. O que significa que Snapper, Bells e Jeffrey’s poderão trazer à tona o melhor de si. 

Melhor resultado em 2018: 1.º lugar Vissla Sydney Surf Pro (QS6,000).

 

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